sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Telescópio Newtoniano Montado !!!










Após muito tempo sem nenhuma informação a respeito da minha montagem do telescópio Newtoniano, estou postando algumas fotos dele finalizado.
Agora estou trabalhando na colimação (alinhamento dos espelhos e lente).
Construir um telescópio é realmente algo muito interessante, nos coloca em contato com habilidades práticas ( corte de tubos, madeira, pintura, canos, abraçadeiras e etc.), teóricas (muitas horas de leitura, contato com astronomos amadores, visitas a sites e blogs e tc.) e matemáticas (muitas medidas e cálculos), mas no final vale a pena.

Na minha proposta de construção optei por um telescópio com tubo ( o que normalmente todo mundo faz), e que pudesse também ser utilizado sem o tubo. A finalidade de utiliza-lo sem o tubo é promover atividades que mostre os princípios elementares do funcionamento de um telescópio refletor (onde as lentes refretoras, são substituídas por espelhos).

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Fazendo um motor elétrico simples - Homopolar Spiral

Para que quer explicar o funcionamento de uma motor elétrico de forma simples, acredito que esse seja um bom exemplo.
Para mais exemplos vá até o youtube e digite na pesquisa homopolar spiral.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Tenho medo!!!

Hoje, 13/11/2009 a NASA anunciou importante descoberta! Encontraram água na Lua.
E neste momento tive medo.
Voltaremos à Lua?
Colonizaremos a Lua?
Lembrei-me de Drummond... Os poetas sabem demais!

O homem; as viagens

O homem, bicho da Terra tão pequeno
chateia-se na Terra
lugar de muita miséria e pouca diversão,
faz um foguete, uma cápsula, um módulo
toca para a Lua
desce cauteloso na Lua
experimenta a Lua
coloniza a Lua
civiliza a Lua
humaniza a Lua
Lua humanizada:tão igual à Terra.
O home chateia-se na Lua.

Vamos para Marte - ordena a suas máquinas.
Elas obedecem, o home desce em Marte
pisa em Marte
experimenta
coloniza
humaniza Marte com engenho e arte.
Marte humanizado, que lugar quadrado.

Vamos a outra parte?
Claro - diz o engenho
sofisticado e dócil.
vamos a Vênus,

O homem põe o pé em Vênus,
vê o visto - é isto?
idem
idem
idem

O homem funde a cuca se não for a Júpiter
proclamar justiça junto com injustiça
repetir a fossa
repetir o inquieto
repetitório.

Outros planestas restam para outras colônias.
O espaço todo vira Terra-a-terra.

O homem chega ao Sol ou dá uma volta
só para tever?
Não-vê que ele inventa
roupa insiderável de viver no Sol.
Põe o pé e:
mas que chato é o Sol, falso touro
espanhol domado.

Restam outros sistemas fora do solar a colonizar.
Ao acabarem todos

só resta ao homem
(estará equipado?)
a dificílima dangerosíssima viagem
de si a si mesmo:
pôr o pé no chão
do seu coração
experimentar
colonizar
civilizar
humanizar
o homem
descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas
a perne, insuspeitada alegria
de con-viver.

Carlos Drummund de Andrade

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Montagem da base dobsoniana



Na terceira aula do curso de montagem de telescópio o objetivo foi a montagem da base dobsoniana para o telescópio de 138 mm, segundo o projeto ( que pode ser encontrado em como montar um telescópio newtoniano

O material usado para construção:

1-Placas de madeira de 18 mm de espessura com acabamento
liso. Pode-se utilizar madeira com algum acabamento, por exemplo em pvc.
Preço estimado: R$ 50
2-Prato giratório em aço com rolamento, furação e parafusos de pvc.
Dimensão: diâmetro externo de 310mm.
Preço estimado: R$ 35
3-Feltros sintéticos, geralmente usados em pé de cadeiras com auto adesivo. (para cobrir as cabeças de parafusos onde o espelho se apoiará)
Preço estimado: R$ 10
4-Parafusos em quantidade e tamanhos apropriados para fixar as placas de madeira.
Trabalhamos diretamente na oficina, não tivemos aula teorica neste dia.
Eu particularmente optei pela construção da base a partir material descartado, consegui um bebedouro inservível e comecei a minha construção, futuramente mostrarei aqui minha base finalizada.


quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Noites Galileanas

Noite Galileana no INPE – nesta sexta 23/1020/10/2009

Em 22, 23 e 24 de outubro, estarão sendo comemoradas internacionalmente as Noites Galileanas, mais um evento global do Ano Internacional da Astronomia . Este programa visa oferecer ao público de todo o mundo a oportunidade de observar os mesmos corpos celestes vistos em 1609 por Galileu através de sua luneta, e descritos em 1610 em sua obra pioneira, “O Mensageiro das Estrelas” (Sidereus Nuncius).
O INPE realiza a Noite Galileana no dia 23 de outubro (sexta-feira), a partir das 19h em evento aberto ao público. Não há necessidade de inscrições.
O programa da noite começa com a palestra "A Obra de Galileu Galilei e o nascimento da Astronomia moderna". Em seguida, haverá uma sessão de observação do céu com telescópios, binóculos e a olho nu (se o céu estiver encoberto, esta atividade será cancelada). O programa se concentrará na observação da Lua e do planeta Júpiter e seus quatro satélites principais; porém outros objetos descritos por Galileu em 1610, como as Plêiades e a Nebulosa de Orion, poderão também ser visualizados.
A Noite Galileana terminará com uma gincana, sorteio de brindes e distribuição de material impresso.Confira a programação do evento e participe!
19h
A equipe da Divisão de Astrofísica recebe e interage com os participantes, que desde o início poderão visitar a exposição "Paisagens Cósmicas".
19h30min
A palestra “A obra de Galileu Galilei e o nascimento da Astronomia moderna” tem o seguinte resumo:A obra de Galileu Galilei pode ser considerada como um divisor de águas na história da ciência.
20h às 22h
*Observação do céu - principalmente da Lua e de Júpiter, dois dos astros que Galileu observou e que obteve informações revolucionárias.
* Filme de "De Olho no Céu” – filme oficial da União Astronômica Internacional, narra o desenvolvimento dos telescópios desde a época de Galileu e o conseqüente avanço da astronomia e do conhecimento do Universo.
* Exposição “Paisagens Cósmicas” – painéis com imagens astronômicas de grandes telescópios, retratando os diversos objetos cósmicos, desde os planetas até as galáxias mais distantes do Universo.
* Painel “Universo em Evolução” – ilustra as várias etapas da evolução do Universo: fase inicial de luz e partículas; formação dos astros e dos átomos e moléculas; evolução da vida na Terra; a Humanidade; e o futuro.
* Centro de Visitantes do INPE mostra as atividades das várias áreas de atuação do INPE.
* Gincana e atividades didáticas com distribuídos prêmios e brindes.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Calculando a distância focal de um espelho primário

Esta foi 2ª aula (uma parte dela) de construção de telescópio. A proposta desta aula é entender os princípios ópticos do telescópio (poder de acumular luz, poder de resolução e poder de aumento), partindo da comparação com o olho humano, gostei bastante da idéia do Prof. Eder de criar um telescópio de bancada, o que uniria o conhecimento da Física com prática da Astronomia.
O objetivo desse vídeo e fazer um registro documental da 2ª aula do curso de montagem de Telescópio, que acontece em São José dos Campos em comemoração do Ano Internacional da Astronomia.

sábado, 3 de outubro de 2009

CONSTRUÇÃO TELESCÓPIO -Turma do SESC

Está é a turma do SESC que construiu um telescópio com a mesma características do que irei construir. Projeto do Eder -pesquisador do INPE, que aparece falando sobre o projeto sobre a facilidade da construção e capacidade de observação com o equipamento.

Construindo um telescópio de 135 mm, parte II.

Construindo um Telescópio, Parte II


Hoje, foi a primeira aula do curso de Construção de Telescópio no INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.

O Curso foi idealizado e proposto pelo pesquisador da divisão de Astrofísica do INPE - Eder Martioli. A apresentação ficou por conta do Dr. André Milone.


Como já é de praxe o atendimento por parte do pessoal do INPE é fora de série, não conhecia o Eder, mas como todos que conheço no Instituto, ele foi super cortes e interessado em fazer o melhor com (e para) o grupo. Hoje tivemos uma introdução teórica (histórico da construção de telescópios), visita ao mini observatório e ao espaço de construção dos telescópios, conduzidas pelo Eder.






No Mini Observatório do INPE observamos um modelo construído pela turma do SESC, também orientada pelo Prof. Eder.
Ficou acertado na aula, concentrar no Bira (participante da turma) as negociações da compra Lente (espelho) e tubo de PVC. Como eu já tenho o tubo, entro com o grupo na compra das lentes ( isso se o Sérgio da OPTOVAC) não me responder antes.
Foi muito interessante conhecer (ver e tocar) um telescópio semelhante ao que iremos construir. Deu para sentir o peso das peças, como o telescópio gira sobre o eixo da base Dobsoniana, o tipo de ocular utilizada, enfim, ter uma visão geral (teoricamente) do que pode ser melhor adaptado e etc. valeu muito a pena o primeiro dia do curso.


domingo, 27 de setembro de 2009

Construindo um telescópio 135 mm

Depois de muito ler e me matricular no curso de construção de telescópio do INPE - SJC.
No sábado (26/09/2009), dei início a compra do material para construir meu primeiro telescópio, que será um modelo conforme o projeto Newtoniano de 135 mm de espelho primário, com montagem Dobsoniana.
A partir de agora você poderá acompanhar aqui no navegando ( http://www.navegandopelouniverso.blogspot.com/), o passo a passo desse projeto.


Uma das minhas primeiras constatações e que realmente optar pelo tubo de 150 mm de diâmetro, acabou sendo uma boa escolha pois, encontrar tubos de PVC de maior diâmetro pode ser uma tarefa árdua e inglória para quem faz isso sozinho (talvez com um grupo de 4 ou 5 pessoas se torne mais leve, principalmente a divisão do valor do Tubo...rs, que é vendido na maioria das vezes com 6 metros de comprimento).

Um outro ponto importante é a necessidade de pesquisa de preço (os preços podem variar muito...). Na pesquisa de preço do tubo inteiro encontrei valores de R$89,00 a R$119,00, quando procurei saber o preço por metro cortado do tubo encontrei valores de R$ 16,00 a R$ 22,50.

Por sorte consegui comprar um tubo de 150 mm com 1200 mm de comprimento ( um achado !!! Parece que o tubo esperava por mim...rs, como o tubo já estava cortado, comprei-o por R$16,00 - o valor de 1 metro, em dolar comercial algo em torno de $ 8,89).

Junto com o tubo comprei o Cap de pvc ( a tampa para um dos lados do tubo) que servirá de suporte para o espelho primário, comprei o Cap com anel de vedação, o que torna o preço muito mais alto ( R$ 20,00 o Cap e R$ 4,00 o Anel de vedação = R$ 24,00 ou $13,34)

Achei também uma abraçadeira de metal (de 143 a 155 mm), que pensei em usar na sustentação do tubo na base Dobsoniana, instalando diretamente na abraçadeira os discos para giro do tubo sobre a base. Pela abraçadeira paguei R$ 14,00 ( $7,78), ah também era a única na loja, tirei do mostruário...rs.



De qualquer modo, mesmo que não utilize como suporte do tubo a abraçadeira se mostrou muito útil para que eu pudesse consertar uma diferença original do corte do tubo ( que deixava o tubo com um ângulo diferente de 90º quando postos na vertical , com a boca virada para o solo).

Também comecei a pensar na "aranha" suporte para o espelho primário, passei em uma bicicletaria de um amigo (O Jurandir) e ele me deu três raios de bicicleta, pode ser que deem certo com pernas do suporte do primário.

Acho que comecei com bastante sorte esse projeto.
Custo total no primeiro dia R$ 16,00+R$24,00+R$14,00 = R$54,00 (ou $30,00)

Para quem gostaria de saber um pouco mais sobre o final do projeto pode acessar aqui a apostila que utilizei
Projeto de telescópio Newtoniano e ver aqui abaixo algumas foto do telescópio montado.






quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Nebulosas

Esse video foi produzido pelos alunos do 1º ano (2008) do Ensino Médio da Escola Estadual Wilson Pires César, de Pindamonhangaba, a pedido do professor de Física João Ricardo, como parte do trabalho "O que tem lá em cima"
Situação de aprendizagem com objetivo de estimular os alunos a expressarem sua visão com relação aos elementos que compõem o Universo

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

A primavera 2009 vem chegando !!!


O início da primavera (aqui no hemisfério Sul) é marcado pelo equinócio de setembro. A palavra equinócio vem do Latim , aequus (igual) e nox (noite), e significa "noites iguais", ocasiões em que o dia e a noite duram o mesmo tempo. Assim, o dia e a noite durante os equinócios têm igualmente 12 horas de duração.

Este ano a primavera terá início dia 22 de setembro às 18h18. Com a chegada da nova estação, há uma mudança no regime de chuvas e temperaturas na maior parte do Brasil.

A primavera também é conhecida como estação das flores. Salve a Primavera!



domingo, 20 de setembro de 2009

Uma dica de leitura.



Aproveitando o início do 3º Bimestre (já nem tão início assim) estou relendo a obra indicada na proposta curricular de Física (do Estado de São paulo): " O Guia do Mochileiro das Galáxias", uma obra de Douglas Adams - escritor inglês - que mistura ficção e humor. O livro é indicado para o E.M. e aproxima conteúdo da Física, Astronomia e Filosofia (com muita crítica social e política). Uma atividade que pode ser bastante interessante é a comparação do livro com o filme de mesmo nome, que embora bastante fiel, tem lá suas novidades (procure observar a narração no filme e o comportamento dos personagens e compare com o livro...rs). Existe também bastante material sobre o filme no site:
Dê uma passadinha por lá e conheça personagens, leia a resenha e se divirta com os vários bônus escondidos.
Uma outra leitura interessante é "Os cientistas e seus experimentos de arromba" da coleção Mortos de Fama - Editora Cia das Letras - um livro recheado de ilustrações e que conta usando muito humor e um pouco da linguagem das histórias em quadrinhos a vida e obra dos grandes cientistas (da tradição ocidental), dirigido ao público infanto-juvenil.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Um pouco mais do AIA 2009

O astrônomo Augusto Damineli é o representante brasileiro da IAU para o Ano Internacional da Astronomia. Neste vídeo, gravado em frente à cúpula do telescópio SOAR nos Andes Chilenos, Damineli convida todos a procurarem suas ligações com o Universo.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Não olhe para Marte no dia 27/08 !


Mensagem falsa espalha boato sobre aproximação de Marte e Terra.
por FELIPE MAIA da Folha Online
Não espere ver "duas Luas" no céu na noite desta quarta-feira (27). Ao contrário do que prega um e-mail falso que circula na internet, Marte estará bem longe da Terra e não vai rivalizar com o nosso satélite natural pela supremacia do brilho no céu. O boato pela rede é tão intenso que afetou o índice das notícias mais lidas da Folha Online, colocando uma notícia de 2003 na lista. De acordo com a mensagem, que circula em vários idiomas, Marte "parecerá tão grande quanto a Lua cheia". O e-mail afirma ainda que o planeta estará a cerca de 55,76 milhões de km da Terra. "É uma notícia falsa e requentada. Na verdade, Marte está agora se afastando da Terra", afirma Roberto Boczko, professor doutor de astronomia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (Universidade de São Paulo).
Marte está a 360 milhões de km da Terra, mas boato na Internet diz que são 55,76 milhões de km e prega visão de "duas Luas" no céu na realidade, o planeta vermelho está hoje a cerca de 360 milhões de km. A mais recente grande aproximação entre os dois planetas ocorreu no dia 24 de dezembro de 2007 -88 milhões de km. E a próxima está marcada para 27 de janeiro de 2010, quando a distância será de cerca de 100 milhões de km. Em agosto de 2003, a distância entre Marte e Terra chegou a 55,7 milhões de km, oferecendo uma oportunidade única de observação. Foi a maior aproximação em praticamente 60 mil anos -recorde que vai se manter até 28 de agosto de 2287. Na avaliação de Boczko, o fenômeno "não tem grande importância do ponto de vista da astronomia".
"Todo ano Marte se aproxima bastante. Em 2003, foi mais do que de costume. Mas é algo corriqueiro". Mesmo com essas distâncias, diz o professor, é impossível que os habitantes vejam duas Luas. "Marte nunca chega a ter um brilho que rivalize com a Lua", diz. Ele explica que, geralmente, o Planeta Vermelho tem um brilho menor que a maior parte das estrelas no céu. Quando há grandes aproximações, essa luminosidade é equivalente, no máximo, à de grandes estrelas.

sábado, 15 de agosto de 2009

Olhando para cima

Olhar para céu em noites claras é poético.

Esse mês de agosto está muito bom para observações do céu, basta olhar para cima e pronto lá está um mar de estrelas.

Júpiter se destaca pelo brilho intenso e estático (não se observa nele o cintilar das estrelas),
a constelação de escorpião também está bastante visível.

Para ajudar na localização de planetas, estrelas e constelações um ótimo programa (gratuito na internet) é o Stellarium que pode ser baixado em português no site: http://www.stellarium.org/pt/ (roda em Windows, Mac e Linux).

Dê uma olhada no céu de Pindamonhangaba à partir do programa.




Boas observações.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Notícia quente!



" Vem da Antártica uma das notícias mais quentes sobre o estudo da evolução do universo. O maior telescópio já instalado no continente gelado acaba de fazer suas primeiras imagens de aglomerados de galáxias. O monitoramento desses objetos celestes deve ajudar a mapear a estrutura do universo. As imagens foram feitas pelo Telescópio do Polo Sul (SPT, na sigla em inglês) a partir do mapeamento da chamada radiação cósmica de fundo, emitida após o Big Bang, explosão que deu origem ao universo. Os resultados foram apresentados em primeira mão na 27ª Assembleia Geral da União Astronômica Internacional (IAU), realizada de 3 a 14 de agosto no Rio de Janeiro. Segundo John Carlstrom, da Universidade de Chicago (EUA), uma das nove instituições que fazem parte da colaboração responsável pelo SPT, a radiação cósmica de fundo é capaz de evidenciar a estrutura do universo, pois os corpos celestes interferem nas ondas eletromagnéticas que chegam à Terra. “Há uma riqueza de informações para se extrair da radiação cósmica de fundo”, disse ele à CH On-line. Carlstrom explica que pequenas sombras nos mapas revelam aglomerados de galáxias e que observar a evolução desses objetos – quando começaram a se formar, qual é seu tamanho e como se dá seu crescimento ou redução – pode dizer muito sobre a dinâmica do universo. “Queremos mapear como a estrutura do universo está avançando desde o Big Bang”, completa. " Revista Ciência Hoje - 11/08/2009 http://cienciahoje.uol.com.br/150849

Veja a matéria completa no site da Revista

sábado, 1 de agosto de 2009

Como Einsten comprovou a curvatura do espaço

Neste vídeo da série poeira das estrelas é possível entender a comprovação da teoria da relatividade de Einsten que aconteceu a aqui no Brasil em 1919, na Cidade de Sobral no Ceará.

O Sistema Solar para crianças

Um ótimo vídeo para introdução do tema Sistema Solar com crianças (1ª a 4ª série). Embora feito para as séries iniciais introduz conceitos como traslação, rotação, gravidade e outras informações muito interessantes

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Curso de Montagem de Telescópio para professores


O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), como parte das comemorações do Ano Internacional de Astronomia (AIA), está oferecendo o Curso montagem, manutenção e manuseio de um telescópio refletor de baixo custo e bom desempenho. Durante o curso os participantes aprenderão a construir e operar um telescópio newtoniano com montagem dobsoniana.

Esta aí um recurso didático que poderá ser utilizado tanto em observações astronômicas como em experimentos de física.


Para maiores informações e inscrições:

Formulário de Inscrição em Word

O curso oferece 20 vagas, com um mínimo de 10 participantes requerido para a sua realização. Os candidatos selecionados serão notificados antes do final de agosto. A lista de selecionados será também disponibilizada na página do Curso.


Divisão de Astrofísica - INPEAvenida dos Atronautas, 1758Jardim da GranjaSão José dos Campos - SP - 12227-010Tel.: (12) 3945-7277 Fax: (12) 3945-6811 (com Sônia)

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Especial Astronomia

Uma ótima oportunidade para se trabalhar astronomia nas séries iniciais é a publicação Especial Astronomia, da revista Ciência Hoje das Crianças - ano 22/nº 203/ julho de 2009. A revista traz um conteúdo muito interessante, e responde a questões tais como: O que faz um astrônomo? E dá um giro pela astronomia moderna.

As escolas de 1ª a 4ª série da rede estadual de São Paulo receberão um exemplar, distribuido pelas oficinas pedagógicas. Um outro modo de conhecer o contéudo da revista é visitando o site http://cienciahoje.uol.com.br/ . Vale a pena conferir.

Curso de atualização para professores

USP oferece curso de física para professores da rede estadual
21 de julho de 2009 • 10h12 • atualizado às 10h12

A Universidade de São Paulo (USP) está com as inscrições abertas para o curso de física moderna e contemporânea, destinado a todos os professores de física e ciências da natureza da rede estadual. Os interessados têm até o dia 22 de agosto para realizar a inscrição pelo site do Núcleo de Pesquisa e Inovações Curriculares (NUPIC): www.nupic.incubadora.fapesp.br e disputar uma das 90 vagas oferecidas. As informações são da Assessoria de Imprensa da USP.
O curso desenvolvido pela Faculdade de Educação da USP e pelo NUPIC pretende discutir assuntos como buraco negro, quarks, dualidades, onda partícula, entre outros temas. A capacitação pretende transformar os professores em agentes multiplicadores do conhecimento dentro da rede. Serão trabalhados três temas: relatividade, linhas espectrais e partículas elementares.
A relação dos professores participantes será divulgada no dia 02 setembro, no site do NUPIC. Os selecionados devem confirmar presença até 08 do mesmo mês. O curso será realizado nos dias 19 de setembro, 3 e 24 de outubro e 7 e 14 de novembro, no prédio da Faculdade de Educação da USP.

"Investir na formação continuada dos professores é trabalhar pela melhoria do ensino oferecido aos nossos alunos", afirma o secretário de Estado da Educação Paulo Renato Souza.
Parceria

segunda-feira, 20 de julho de 2009

40 anos do pouso na Lua

Em 20 de julho de 1969, aparelhos de televisão em todo o mundo transmitiram a mesma imagem indistinta: Neil Armstrong descendo a escada do Módulo de Pouso Lunar Eagle e tocando a superfície da Lua com sua bota, "um pequeno passo para um homem, um salto imenso para a humanidade".
Pois é hoje estamos comemorando os 40 anos do primeiro pouso na lua.
Para saber um pouco mais de um pulo em http://ciencia.hsw.uol.com.br/pouso-lunar1.htm .
Até julho de 1969, os norte-americanos haviam perdido praticamente todas as batalhas espaciais para os russos, que foram os primeiros a enviar um satélite artificial ao espaço, a colocar um ser vivo em órbita, a fazer uma missão espacial tripulada e a mandar uma sonda para a Lua. No dia 16 daquele mês, precisamente às 10h32 no horário de Brasília, os Estados Unidos lançavam a nave Apollo 11, com três astronautas a bordo. A missão: entrarem para a História como os primeiros homens a pousar na Lua.
Apesar de representar um avanço científico, o assunto foi tratado como um tema político importante, no contexto da Guerra Fria que opunha os EUA e a União Soviética. "Se a missão, chamada Apollo 11, for bem-sucedida, o homem vai realizar seu grande sonho de andar em outro corpo celestial", escreveu a Nasa (agência espacial americana), no comunicado à imprensa antes do lançamento.
A bordo da nave, além dos astronautas Neil A. Armstrong (comandante da missão), Michael Collins e Edwin E. Aldrin Jr., também viajou uma placa com um mapa da Terra e a assinatura do então presidente Richard Nixon. Dizia: "Aqui homens do planeta Terra colocaram pela primeira vez os pés na Lua; Julho de 1969; Nós viemos em paz por toda a Humanidade".

sábado, 27 de junho de 2009

domingo, 21 de junho de 2009

O Inverno começou!

Solstício de Verão (para o hemisfério Norte)



O inverno começou oficialmente às 2h45min da madrugada deste domingo, 21 de junho. Teremos a noite mais longa do ano no hemisfério sul e o dia mais longo no hemisfério norte. Aqui no hemisfério sul estamos entrando oficialmente no inverno e lá no norte, acima do equador, inicia-se o verão.
Para saber um pouco mais vá até o blog Física na veia lá você encontrará uma otíma explicação sobre o assunto http://fisicamoderna.blog.uol.com.br/

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Entenda como os cientistas sabem a composição química dos planetas e estrelas


Como é possível determinar de que são feitas as estrelas ou atmosfera de Planetas se apenas sua tênue luz chega até nós?
A composição química dos objetos celestes é quase sempre feita através de uma técnica chamada espectroscopia, que nada mais é do que a análise do "espectro" produzido pela luz da estrela após passar por um prisma ou uma rede de difração, capaz de decompor a luz vinda do espaço em suas cores primárias.
Para entender como funciona o processo é preciso voltar um pouco no tempo e lembrar que em 1665 o físico Isaac Newton demonstrou que a luz branca, ao passar por um prisma de vidro se decompõe em diferentes cores, formando o um espectro contendo as cores do arco-íris.
Mais de um século depois, em 1802, William Wollaston repetiu o experimento de Newton, mas descobriu que quando a luz do Sol passa por uma fenda antes de passar pelo prisma, produz uma série de linhas escuras em algumas partes do espectro colorido.
Hoje sabemos que essas linhas escuras são as imagens da própria fenda vistas em diversos comprimentos de onda, mas na ocasião foram interpretadas pelo próprio Wollaston como sendo os limites entre as cores vistas no espectro.
O tempo passou e até o ano de 1820 um fabricante de instrumentos óticos chamado Joseph von Fraunhofer já havia observado mais de 570 linhas escuras em diversas regiões do espectro colorido.
Na ocasião, Fraunhofer apontou seu equipamento ainda rudimentar para as estrelas Sírius, Castor, Pollux, Capella, Betelgeuse e Procyon e também observou raias escuras sobre os espectros formados. O problema é que ainda não se sabia o que gerava as linhas.

Surge a Espectroscopia
O grande salto para a explicação das linhas observadas nos espectros aconteceu em 1856, após a invenção do bico de Bunsen, aquele bico de gás usado nos laboratórios de química e que tem a chama incolor. Como se sabe, quando se vaporiza algum material no bico de Bunsen, a cor emitida é a da própria substância e não a da chama do bico.
Robert Wilhelm Bunsen, o inventor do bico de Bunsen, tinha como colaborador um jovem físico chamado Gustav Robert Kirchhoff, já famoso por ter formulado as leis que governam o comportamento dos circuitos elétricos e que levam seu nome.

Kirchhoff sugeriu a Bunsen que a cor da chama vaporizada no bico de gás seria melhor observada se fosse passada através de um conjunto de lentes e um prisma. Durante muitos dias os dois cientistas vaporizaram diversas substâncias sobre a chama do bico, entre eles o sódio, mercúrio e cálcio. Cada elemento que era vaporizado produzia raias em diferentes posições do espectro.
Após muitas observações Kirchhoff e Bunsen concluíram que cada elemento químico produzia suas próprias linhas, o que significava que vistos através do prisma, cada um tinha uma assinatura própria, inconfundível.

Leis de Kirchhoff
Após muito pesquisar Kirchhoff formulou as três leis básicas da espectroscopia, necessárias para determinação da composição química de uma mistura de elementos.
1 - Um corpo opaco quente produz um espectro contínuo, seja sólido, líquido ou gasoso.
2 - Qualquer gás transparente produz um espectro de linhas brilhantes, atualmente chamadas de "linhas de emissão", sendo que o número e a posição destas raias dependem unicamente dos elementos químicos presentes no gás.
3 - Se a luz de um sólido (que produz espectro contínuo) passar por um gás com temperatura mais baixa, o gás frio causa o aparecimento de linhas escuras, atualmente chamadas de "linhas de absorção", sendo que a quantidade dessas linhas depende apenas dos elementos químicos presentes no gás.



Descobre-se o Hélio
Com base no trabalho de Kirchhoff, o astrônomo inglês Joseph Norman Lockyer descobriu, em 1868, uma nova linha no espectro solar que ainda não havia sido explicada. Como cada elemento tem uma assinatura espectroscópica própria, Lockyer batizou o novo elemento de "Helio", que em grego significa Sol.
O Hélio só veio a ser descoberto na Terra 27 anos depois, quando o químico inglês William Ramsay descobriu na vaporização do urânio uma linha na mesma posição espectral daquela encontrada por Norman no espectro do Sol.

Espectroscopia na Astronomia
Depois que Kirchhoff e Bunsen descobriram que cada elemento natural produz linhas espectrais próprias e Joseph Lockyer descobrir o elemento Hélio apenas observando o espectro solar, os astrônomos passaram a apontar seus "espectroscópios" para diversas estrelas, planetas e nebulosas e diversas propriedades dos objetos celestes se tornaram conhecidas.Atualmente a análise espectral não é feita apenas no seguimento visível da luz, que vai de 400 a 700 nanômetros, mas também nos comprimentos de onda do infravermelho e ultravioleta, onde os gases e sólidos apresentam propriedades diferentes. Além disso, os espectroscópios não usam mais os prismas para decompor a luz e sim redes de difração, uma espécie de anteparo com milhares de riscos que espalham os diversos comprimentos de onda da luz.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Curso de Astronomia a distância!

Sistema Solar é tema de curso a distância do Observatório Nacional

A Divisão de Atividades Educacionais do Observatório Nacional (ON/MCT), no Rio de Janeiro, dando continuidade ao seu projeto de Ensino a Distância, disponibiliza, este ano, o curso de Astrofísica do Sistema Solar, reestruturado, em nível de divulgação científica Por que Sistema Solar? Nos últimos 30 anos aprendemos mais sobre o Sistema Solar do que a maioria das outras áreas da astronomia. Isto se deve não apenas à melhoria dos detectores e telescópios hoje existentes nos observatórios terrestres, mas, principalmente, às várias sondas espaciais que cruzaram o Sistema Solar fotografando e realizando experiências científicas ao longo das últimas décadas.O curso tem duração de um ano e é constituído de módulos (em número de cinco) disponíveis para download (formato pdf). É aberto a todas as pessoas, mas só os alunos inscritos terão acesso às provas. Não é necessário qualquer conhecimento prévio de astronomia para acompanhar o curso uma vez que está voltado para um público não especializado em ciências exatas. O objetivo é difundir e atualizar o conhecimento científico dos interessados em astronomia. O primeiro módulo já está disponível. Ele faz um inventário do Sistema Solar, descreve as principais características dos corpos que o compõe, investiga os processos físicos que ocorrem (ou ocorreram) nos planetas e como eles funcionam nas condições encontradas em cada um desses corpos celestes. Aborda as atmosferas planetárias, a estrutura interna e superfícies dos planetas, os pequenos corpos do Sistema Solar e como este se formou.A inscrição é apenas por via eletrônica e está aberta até 20 de agosto, véspera da primeira prova.Para outras informações acesse o site do curso: http://www.on.br/site_edu_dist_2009/site/index_ss.html (Com informações de Luzia Penalva, do ON)


Jornal da Ciência, e-mail, 3781, de 10 de Junho de 2009.
Prof. Dr. João Batista Garcia Canalle
Coordenador da OBA

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Relógio de Sol proposto na OBA

RELÓGIO DE SOL COM GARRAFA PET

Como você sabe, o Sol é a estrela da qual depende toda a vida na Terra e ele, felizmente, tem um
comportamento extremamente regular em sua aparente trajetória diária no céu. Usaremos esta regularidade para construirmos um relógio de sol.
Vamos orientá-lo para que construa um relógio, cujas horas serão lidas pela sombra de
um barbante esticado dentro de uma garrafa PET ao redor da qual estão marcadas as horas.
Você sabe que aparentemente o Sol gira ao redor da Terra e que gasta 24 horas para dar uma volta completa.
Num círculo temos 360 graus, logo, dividindo 360 graus por 24 horas obtemos 15 graus para cada hora. Ou seja, o Sol “gira” 15 graus em cada hora ao redor da Terra.
Nosso relógio será bem simples, pois terá só um ponteiro (o barbante dentro da garrafa) e somente as linhas das horas inteiras, ou seja, ele não vai marcar minutos e segundos.

A construção do relógio de Sol usando garrafa PET.
1. Providencie uma garrafa de refrigerante transparente e de paredes retas (cilíndrica) (a da coca-cola, apesar das curvas tem um pedaço que é reto (cilíndrica), então, também serve). Retire o rótulo (prefira garrafa que tenha pouca cola no rótulo).

2. Meça o comprimento da “cintura” da garrafa (na parte reta (cilíndrica), fora de curvas). Coloque uma tira de papel (ou de barbante) ao redor dela e depois com a régua meça o comprimento da tira de papel (ou do barbante). Digamos que este comprimento tenha sido de L
milímetros.

3. Em seguida vamos fazer o mostrador das horas. Divida o comprimento L por 24 (afinal o dia tem 24 horas), e vamos chamar de H à razão L/24, ou seja, H = L / 24. Numa folha de papel sem linhas, trace 13 linhas (não muito fininhas) paralelas, separadas pela distância H. O comprimento pode ser de 10 ou mais centímetros, pois não importa. Sobre cada reta escreve as horas de 18 horas (à esquerda) até as 6 horas à direita.

4. Recorte o papel bem próximo das linhas das 6 e 18 horas e fixe-o com pequenos pedaços de
durex sobre a parede da garrafa PET, de forma que as linhas fiquem ao longo do comprimento
da garrafa.




5. Agora a parte mais difícil. Deve ser feito por um adulto. Com a ponta de uma tesoura de
ponta fina, fazendo movimento de rotação num sentido e no outro, faça um furo bem no centro do fundo da garrafa e outro no centro da tampa.

Outra opção é: segurando com um alicate, ou tesoura de metal ou pano grosso, um prego, aqueça-o numa chama e encoste-o no fundo da garrafa, a qual será furada com extrema facilidade pelo prego quente.

6. Em seguida passe um barbante não muito fino pelo fundo da garrafa e pelo furo da tampinha. Dê vários nós (um sobre o outro) na ponta do barbante que está no fundo da garrafa, para que possamos esticar o barbante dentro dela. Amarre a outra ponta na tampinha de forma que o barbante fique esticado dentro da garrafa, sem fazer “barriga” se ela for colocada deitada.

7. A parte mais fácil: descobrir a LATITUDE da sua cidade (dica: pergunte à sua professora de geografia, ou consulte: http://www.apolo11.com/latlon.php ou http://www.aondefica.com/lat_3_.asp )

8. Recorte do transferidor, um triângulo que tenha a abertura exata da LATITUDE da sua cidade (começando pelo zero, claro) e cole-o sobre um papelão grosso de mesmo tamanho, claro.


9. Recorte um retângulo de papelão com a largura e comprimento similar ao da própria garrafa PET que está usando.

Faça um traço no centro do papelão ao longo do seu comprimento, de ambos os lados dele. Cuidadosamente cole o centro deste papelão sobre o primeiro, tal como mostra a figura 4.

10. Coloque a garrafa já montada de forma que a linha das 12 horas fique sobre o traço desenhado no centro do papelão retangular. Está pronto o seu relógio de sol (Figura 5)! Parabéns! Agora é só saber ORIENTÁ-LO para que a sombra do barbante projete sobre as “linhas das horas” a hora solar verdadeira, a qual pode ser bem “próxima” da hora do seu relógio de pulso, dependendo de sua longitude e época do ano.

Observação: Claro que o relógio de sol só funciona sob o Sol e numa certa direção privilegiada. Qual direção? O relógio de sol tem que ficar com sua base sobre a linha NORTE-SUL. Assim o barbante fica apontando (sua parte mais alta) para o PÓLO CELESTE SUL, se você mora no hemisfério Sul e apontando para o PÓLO CELESTE NORTE, se você mora naquele hemisfério.

A questão, então, é como determinar a direção Norte-Sul, certo? Veja os métodos abaixo:
Métodos de determinação da direção Norte-Sul:

· 1o Método: É a direção na qual a sombra (sobre um local plano) de
um poste, ou a sua própria sombra é a MENOR DO DIA. Parece o
método mais fácil, mas é o mais impreciso. Tente fazer e
descobrirá.
· 2o Método: fique você mesmo de pé, imóvel, sob o Sol, de manhã,
num lugar plano. Peça para seu colega fazer no chão um risco indo
do meio dos seus pés até o final da sua sombra. Peça para ele
também contornar os seus pés com um giz para você saber onde
pisar à tarde, pois à tarde você precisa ficar no mesmo lugar até que
a sua sombra da tarde fique do MESMO COMPRIMENTO que a
sombra da manhã. A direção Norte-Sul estará exatamente no meio
das duas sombras.
· 3o Método: Quase igual ao anterior, mas você finca uma vareta ou pendura um limão na ponta de um barbante e usa a sombra do barbante) num local plano, sob o Sol. Lá pelas 10 horas faça um círculo no chão, com raio igual à sombra do seu lápis (ou do fio vertical). Veja a figura acima.
À tarde coloque o lápis no mesmo lugar e veja quando a sombra fica do mesmo tamanho daquela da manhã, ou seja, ela vai encostar-se ao círculo novamente. A direção Norte-Sul é a linha que passa bem no meio das duas sombras.
· 4o Método: Use uma bússola, mas NÃO recomendamos, pois a bússola aponta para o norte magnético, o qual difere do geográfico e em alguns lugares difere muito!
Observação: Caso queira ver outras fotos do relógio solar, favor ir no site da OBA e procure em downloads - atividades práticas http://www.oba.org.br/ .